Encontre abaixo nessa tabela todas as Versões do BW’S 50 1995 com o seu código FIPE e preço atualizado. Descubra qual o valor de tabela do YAMAHA BW’S 50 1995 abaixo.
Versões do YAMAHA BW’S 50 1995
| Versão | Cod. FIPE | Valor Janeiro de 2026 |
|---|---|---|
| BW’S 50 | 827003-1 | R$ 1.305,00 |
Yamaha BW’S 50 1995 e seus detalhes
A Yamaha BW’S 50 1995 é uma daquelas scooters que conquistaram os motociclistas urbanos por sua praticidade, simplicidade e desempenho adequado para o dia a dia. Compacta, leve e fácil de pilotar, ela foi idealizada para atender principalmente quem busca agilidade nos deslocamentos curtos e médios, com um custo de manutenção acessível e um consumo equilibrado para um motor 2 tempos.
Design robusto com apelo jovem e urbano
O visual da BW’S 50 chama atenção pelo estilo diferenciado entre os scooters da época. Com linhas mais robustas e um perfil esportivo, o modelo foge do tradicional formato arredondado e aposta em carenagens com ângulos bem definidos. A estrutura em aço reforçado e o guidão alto completam a proposta urbana da scooter.
Além disso, o assento bem posicionado e o conjunto de suspensões garantem conforto para o uso cotidiano, enquanto o peso seco de 75 kg colabora com a leveza nas manobras e facilita a condução mesmo para pilotos iniciantes.
Motorização simples, mas eficiente para o seu propósito
No coração da Yamaha BW’S 50 1995 está um motor monocilíndrico, 2 tempos, refrigerado a ar, com 49 cm³ de cilindrada. Essa configuração entrega 2,7 kW (aproximadamente 3,67 cv) a 6.500 rpm, potência modesta, mas suficiente para o uso urbano, especialmente considerando o peso reduzido do veículo.
A alimentação é feita por carburador, a admissão por válvulas, e o sistema de partida conta com acionamento elétrico e pedal, aumentando a confiabilidade no dia a dia. Já a transmissão automática CVT com correia oferece uma pilotagem fácil, sem trocas de marcha, sendo ideal para iniciantes e para uso em trajetos curtos.

Versão única com foco na funcionalidade
A BW’S 50 1995 chegou ao mercado brasileiro em versão única, o que é coerente com a proposta da época: um scooter prático, acessível e direto ao ponto. Essa padronização contribuiu para a simplicidade na manutenção e para o bom custo-benefício do modelo, que se destacou entre outros concorrentes pelo seu apelo visual e desempenho satisfatório.
Sem grandes opcionais ou variações estéticas, a moto entregava tudo o que era necessário para um deslocamento urbano confiável e sem complicações.
Consumo equilibrado e autonomia urbana
Apesar de contar com um motor 2 tempos, conhecido pelo consumo um pouco maior em comparação aos 4 tempos, a BW’S 50 consegue apresentar um consumo moderado, dependendo do estilo de pilotagem e das condições de uso. Com um tanque de 5,3 litros, é possível atingir uma autonomia suficiente para vários dias de deslocamento urbano, especialmente considerando o foco do modelo em trajetos curtos.
Para quem usa a moto apenas para trabalho ou pequenas viagens dentro da cidade, o custo com combustível tende a ser baixo, contribuindo para o bom custo-benefício geral.
Pontos fortes e fracos do modelo
Entre os pontos fortes, destacam-se o design moderno para a época, a leveza, a facilidade de pilotagem e a partida elétrica que, junto com o pedal, traz segurança para diferentes situações. O peso baixo facilita o uso em qualquer tipo de via, e a manutenção simples é outro atrativo para quem busca economia.
Por outro lado, os freios a tambor nas duas rodas podem ser considerados um ponto fraco, especialmente em superfícies molhadas, exigindo mais cautela do condutor. Outro aspecto que exige atenção é a roda de dimensão reduzida, que pode sofrer em pisos irregulares, impactando o conforto em certas situações.
Perguntas Frequentes (FAQ)
Qual a potência da Yamaha BW’S 50 1995?
Ela entrega aproximadamente 3,67 cv a 6.500 rpm.
O motor é 2 tempos ou 4 tempos?
É um motor 2 tempos, com alimentação por carburador.
Tem versão com partida elétrica?
Sim, possui partida elétrica e também a pedal.
Quantos quilômetros faz com um tanque?
Com 5,3 litros, a autonomia urbana é razoável, variando conforme o uso.
